Existe felicidade no trabalho? Ou viveremos esperando pelas sextas e feriados?



Associar felicidade à trabalho ainda parece distante para muitos de nós, como se a felicidade não fizesse parte dessa área de nossa vida. Porém, acredito que isso aconteça por alguns julgamentos e preconceitos que temos sobre o conceito da felicidade, considerando-a subjetiva e talvez, supérflua, associada somente ao hedonismo.

Atualmente, o conceito da felicidade passou a ser estudado pela psicologia positiva, através de pesquisas, estudos e da neurociência, passando a entender que a felicidade tem um aspecto hedônico mesmo, porém também um aspecto eudaimônico, que fala de uma vida com significado e propósito. Não adianta somente buscarmos os prazeres da vida se não sentirmos que nossa vida tem realização e um sentido maior. Segundo a PdD de Stanford, Sonja Lyubomirsky, “Felicidade é a experiência de contentamento e bem-estar combinada à sensação de que a vida possui sentido e vale a pena.”

Com esse campo da felicidade em estudo e expansão, surgem cada vez mais questionamentos: podemos ser felizes? E podemos ser felizes no trabalho? Dá para medir a felicidade nas empresas?

Assim, a ciência começou a comprovar que podemos ser felizes, inclusive no trabalho e depende muito de nós mesmos. Felicidade no trabalho também envolve os aspectos hedônicos e eudaimônicos, e não é somente trabalhar as compensações e clima, mas também as experiências emocionais e motivacionais, como os resultados, reconhecimento, significado, propósito e relacionamentos.

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